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Arquivo de maio de 2010

A luta por melhorias em Jales

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Nota Fiscal Paulista: uma conquista sua

Em qualquer estabelecimento que realizamos uma compra, seja uma loja de roupas, um restaurante ou uma drogaria, é comum sermos indagados se queremos ou não a nota fiscal paulista. Desde outubro de 2007 esta pergunta tem sido muito recorrente, pois foi quando o governo do estado de São Paulo lançou o Projeto Nota Fiscal Paulista.

Você sabe pra que ela serve e por que sempre devemos dizer sim ao ouvirmos esse questionamento? O Programa é muito importante, pois 30% do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) efetivamente recolhido pelo estabelecimento é devolvido aos consumidores. Você, que já paga tantos tributos, deve requerer a devolução desta porcentagem dos seus gastos.

O intuito do programa é incentivar os consumidores a exigir do estabelecimento comercial o documento fiscal. Além de ser muito positivo para a economia, pois evita a sonegação fiscal, o consumidor ainda pode escolher como receber os créditos e ainda concorre a prêmios em dinheiro. É possível usar os créditos para abatimento do IPVA, para depósito em uma conta corrente ou ainda transferi-los para outra pessoa.

Todos saem ganhando, o governo, os consumidores e os estabelecimentos. Você tem exigido sua nota paulista? Ainda que você não seja cadastrado, já pode começar solicitando a sua. No entanto, para usar os créditos é preciso se cadastrar no site. É bem rápido, fácil e você pode sempre consultar as notas emitidas e o saldo dos créditos.

O programa tem sido muito bem sucedido, apresentando recordes de participação e bilhetes eletrônicos gerados. No final de janeiro deste ano já tinham sido distribuídos 17 milhões de reais em prêmios e este valor só tem aumentado. Aproveite que essa é uma conquista dos paulistas, e, sempre que possível, exija a sua.

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O serviço de telemarketing pode ser muito melhor

Garanto que você já recebeu alguma ligação de empresas oferecendo um cartão de crédito especial, um novo plano de telefonia ou pedindo ajuda para alguma instituição. Acredito que todos já tenham recebido algum tipo dessas ligações que costumam ser muito inconvenientes, atrapalhando reuniões de trabalho e até horas de descanso.

Pessoalmente já me irritei com muitos atendentes, às vezes por não estar interessado no serviço, outras porque falta informação e capacitação dessas pessoas para fazerem um bom atendimento. Quando resolvemos desistir de um serviço, é um problema ainda maior. Longas esperas, atendentes que não sabem ajudá-lo e muitas vezes não recebemos nenhuma solução imediata.

Deixando nossa visão de consumidor um pouco de lado, vamos pensar na vida desses atendentes. São em sua maioria pessoas jovens, muitas vezes sem instrução, mas que precisam ganhar dinheiro para o próprio sustento. Veem na função de operador de telemarketing uma boa alternativa para entrar no mercado de trabalho, já que não há exigência de experiência prévia, nem conhecimentos específicos e a oferta de vagas é grande. Cerca de 675.000 brasileiros trabalham atualmente nessa área.

A rotina desses funcionários é fazer ligações, numa média de 140 chamadas diárias. Encaram clientes mal humorados, chefes que pressionam e ainda precisam atingir metas agressivas para conseguir um bônus a mais no final do mês, imprescindível para incrementar o salário médio de 530 reais. O lado deles também é bem complicado.

A boa notícia é que as autoridades estão implantando medidas para melhorar essa questão. Uma portaria do governo federal aprovou novas regras para o setor, como o estabelecimento de um tempo máximo até ser atendido e a obrigatoriedade de todos os atendentes estarem capacitados a cancelar um serviço.

(mais…)

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Portal da Transparência pode virar lei com a sua ajuda

No mês que vem o Portal da Transparência, uma das maiores conquistas do contribuinte paulistano, completará um ano de existência. Com o Portal, a prefeitura passou a publicar em detalhes todas as movimentações financeiras da administração, sejam elas compras, contratos assinados ou até mesmo a faixa salarial de todos os funcionários na folha de pagamento. Além de auxiliar na fiscalização de todos os gastos feitos pelo poder público municipal, o Portal da Transparência serviu para restaurar a confiança da sociedade nos seus representantes. Com ele todo o dinheiro que é administrado pela Prefeitura de São Paulo circula aos olhos da população.

Também chamado “De Olho nas Contas” dentro da prefeitura, foi criado pela equipe da secretaria de Modernização, Gestão e Desburocratização, da qual fui secretário. Desde que foi lançado, em junho de 2009, o site teve mais de 270.000 acessos até o momento em que me descompatibilizei da secretaria e voltei para a Assembleia Legislativa.

Agora, como deputado estadual pelo estado de São Paulo, proporei daqui quinze dias um projeto de lei que visa ampliar o Portal da Transparência a todos os municípios paulistas e também ao próprio governo estadual. Além de ampliar essa excelente ferramenta de fiscalização a todo o estado, transformar o Portal da Transparência em lei é uma garantia da sociedade para que, mesmo trocando prefeitos, deputados ou governador, o instrumento continuará existindo.

Gostaria da ajuda de vocês para aprimorar o conceito nessa próxima semana, a fim de entregar um projeto de lei mais completo e com a contribuição de todos. Gostaria, portanto, que visitassem o site De Olho Nas Contas – Portal da Transparência e deixassem comentários aqui no meu blog com ideias para tornar o Portal ainda melhor.

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A recolocação no mercado é difícil para quem fica desempregado depois dos 40

Você que lê meu blog provavelmente tem menos de 40 anos, pois o advento da internet atinge em sua maioria pessoas mais jovens. Ainda que este post não seja diretamente para você, um dia pode ser que seja e você também pode conhecer alguém que esteja nessa situação: desempregado depois dos 40 anos de idade. Já imaginou? Se quando somos jovens já é difícil conseguir uma colocação no mercado de trabalho, mais tarde é ainda mais difícil. No Brasil, um profissional demora em média 11 meses para se colocar no mercado de trabalho. Já para quem tem mais de 40 anos este tempo se estende para 15 meses.

Apesar do público nessa faixa etária ser mais experiente, existe muito preconceito em contratá-los, principalmente porque levam o estigma de exigirem um salário mais alto, que o empregador não quer ou não pode arcar. Fora isso, há preconceitos como achar que o trabalhador nessa idade não será produtivo, corre mais riscos de ter um problema de saúde, entre tantos outros.

O mundo está mudando, mas os preconceitos continuam estagnados. Hoje a expectativa de vida da população brasileira é de aproximadamente 73 anos, ou seja, com 40 anos uma pessoa viveu apenas um pouco mais da metade das previsões. Com o aumento dessa expectativa de vida, torna-se vitalmente necessário trabalhar por mais tempo, ao contrário de alguns anos atrás quando um indivíduo podia se aposentar aos 45 anos.

Quem está na luta pela recolocação no mercado de trabalho precisa estar atento às mudanças. É imprescindível procurar se atualizar, fazendo cursos, estudando e aperfeiçoando conhecimentos. Nessa hora, é preciso buscar um diferencial e a qualificação é o melhor deles. Um admirável trabalho da iniciativa privada tem dado prioridade à contratação de idosos, que realizam tarefas como recepcionar pessoas e distribuir panfletos em grandes supermercados.

Infelizmente, o governo federal, que deveria ter as maiores iniciativas, pecou muito neste quesito que era fortemente defendido pelo atual presidente. Em uma de suas propostas, Lula priorizava o combate ao desemprego, privilegiando as faixas etárias mais prejudicadas. Depois de quase oito anos de governo, vemos que nada mudou para quem precisa de um emprego, mas já é considerado “velho”.

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Os Jogos da Cidade de São Paulo trazem o esporte para o seu bairro

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A cidade de São Paulo é tão grande, que quem chega por aqui pode se assustar com o tamanho do município. Muitos bairros e subdivisões que poderiam ser cidades, pela extensão e quantidade de habitantes existentes. Para diminuir essas fronteiras, aproximando os bairros e promovendo o lazer, a Prefeitura de São Paulo está organizando a maior competição esportiva amadora do país e uma das maiores do mundo: os Jogos da Cidade de São Paulo. A competição já é um sucesso consolidado, que acontece há oito anos e nesta edição conta com mais de 1700 equipes inscritas.

O torneio conta com o apoio e a união das 31 subprefeituras de São Paulo em disputas nas mais diversas modalidades coletivas: basquetebol, futebol de campo, futsal, handebol e voleibol. São disputados também os festivais, nas seguintes modalidades: bocha, gateball, xadrez, capoeira e vôlei de areia. Podem participar apenas entidades constituídas, como clubes da cidade, estabelecimentos de ensino, comunidades, instituições religiosas, e outros.

Os jogos acontecem em duas fases distintas, a Etapa Regional, no período de 15/5 a 29/8 e a Etapa Municipal, no período de 11/9 a 12/12, que consiste nas disputas entre as equipes campeãs da fase regional.

As inscrições já estão encerradas, mas você pode fazer parte da torcida e prestigiar o evento e as equipes dos seus bairros. Para saber locais, datas e horários dos jogos, consulte o site da Prefeitura (http://www.jogosdacidade.prefeitura.sp.gov.br/). Se você não conseguiu se inscrever este ano, acompanhe os jogos, fique por dentro de tudo o que acontece e prepare-se para se inscrever no ano que vem.

O esporte é muito importante, não só pelos benefícios principais como saúde e bem-estar, mas como socialização, educação e aprendizado, além de ser uma excelente alternativa para tirar os jovens das ruas. Este é um exemplo de cidadania e preocupação com o futuro. Vamos apoiar e divulgar essa iniciativa.

A cidade de São Paulo é tão grande, que quem chega por aqui pode se assustar com o tamanho do município. Muitos bairros e subdivisões que poderiam ser cidades, pela extensão e quantidade de habitantes existentes. Para diminuir essas fronteiras, aproximando os bairros e promovendo o lazer, a Prefeitura de São Paulo está organizando a maior competição esportiva amadora do país e uma das maiores do mundo: os Jogos da Cidade de São Paulo. A competição já é um sucesso consolidado, que acontece há oito anos e nesta edição conta com mais de 1700 equipes inscritas.

O torneio conta com o apoio e a união das 31 subprefeituras de São Paulo em disputas nas mais diversas modalidades coletivas: basquetebol, futebol de campo, futsal, handebol e voleibol. São disputados também os festivais, nas seguintes modalidades: bocha, gateball, xadrez, capoeira e vôlei de areia. Podem participar apenas entidades constituídas, como clubes da cidade, estabelecimentos de ensino, comunidades, instituições religiosas, e outros.

Os jogos acontecem em duas fases distintas, a Etapa Regional, no período de 15/5 a 29/8 e a Etapa Municipal, no período de 11/9 a 12/12, que consiste nas disputas entre as equipes campeãs da fase regional.

As inscrições já estão encerradas, mas você pode fazer parte da torcida e prestigiar o evento e as equipes do seu bairro. Para saber locais, datas e horários dos jogos, consulte o site da Prefeitura. Se você não conseguiu se inscrever este ano, acompanhe os jogos, fique por dentro de tudo o que acontece e prepare-se para se inscrever no ano que vem.

O esporte é muito importante, não só pelos benefícios principais como saúde e bem-estar, mas como socialização, educação e aprendizado, além de ser uma excelente alternativa para tirar os jovens das ruas. Este é um exemplo de cidadania e preocupação com o futuro. Vamos apoiar e divulgar essa iniciativa.

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Como fazer a vida dos deficientes físicos mais livre e acessível

Recentemente, os problemas que enfrentam os deficientes físicos estão sendo expostos com mais regularidade na mídia. Isso é muito positivo para conscientizar a população das dificuldades, ensiná-las a lidar com uma pessoa deficiente, mas também para chamar a atenção das autoridades competentes a fim de tomarem medidas que facilitem a vida dessas pessoas.

Nascer ou adquirir uma deficiência física faz com que o indivíduo se torne profundamente dependente de outros. Precisar da ajuda de alguém para tomar banho, escovar os dentes ou comer é algo que traz certo sentimento de angústia e humilhação. É importante lembrar que adquirir uma deficiência pode acontecer com qualquer um. As estatísticas mostram que 80% das pessoas que ficam paraplégicas têm entre 16 e 25 anos, geralmente por acidentes no trânsito causados ou não pelas pessoas que estão conduzindo. Beber e dirigir, ser imprudente, negligente pode levar a consequências muito graves, como a deficiência física. Além de colocar em risco a sua vida, você também está colocando a vida dos outros.

Segundo estimativas do IBGE, há no Brasil 28 milhões de pessoas com deficiência, uma parcela muito considerável da população que enfrenta uma vida de privações. A falta de infraestrutura na grande maioria dos estabelecimentos, como restaurantes, hotéis e cinemas, impossibita que a pessoa com deficiência frequente esses lugares, obrigando-a a mudar seu comportamento.

Locomover-se pelas ruas também é outro desafio. Nas cidades grandes é mais fácil achar ônibus adaptados e equipados, mas no interior a situação é bem mais complicada. Sabendo dessas necessidades, procuro lutar para tornar a vida desses brasileiros mais digna e acessível. Em Guariba, cidade do interior de São Paulo, consegui liberar uma verba no valor de R$ 150 mil para a aquisição de um microônibus adaptado. Com esse veículo, a locomoção dessas pessoas ficará muito mais fácil, devolvendo a elas um bem muito importante para o ser humano: a liberdade de ir e vir.

Sei que isso ainda é pouco, mas é importante que cada um faça a sua parte na inserção dessas pessoas na vida social e no mercado de trabalho. Perder a locomoção de pernas ou braços é algo muito difícil de lidar, mas cada um pode ajudar no que estiver ao seu alcance, seja fazendo doações a instituições especializadas, seja auxiliando um cadeirante a utilizar o transporte público. Como político, intercedo junto aos órgãos competentes para que, mesmo com esses entraves, os deficientes físicos possam viver uma vida com mais dignidade.

Recentemente, os problemas que enfrentam os deficientes físicos estão sendo expostos com mais regularidade na mídia. Isso é muito positivo para conscientizar a população das dificuldades, ensiná-las a lidar com uma pessoa deficiente, mas também para chamar a atenção das autoridades competentes a fim de tomarem medidas que facilitem a vida dessas pessoas.

Nascer ou adquirir uma deficiência física faz com que o indivíduo se torne profundamente dependente de outros. Precisar da ajuda de alguém para tomar banho, escovar os dentes ou comer é algo que traz certo sentimento de angústia e falta de liberdade. É importante lembrar que adquirir uma deficiência pode acontecer com qualquer um. As estatísticas mostram que 80% das pessoas que ficam paraplégicas têm entre 16 e 25 anos, geralmente por acidentes no trânsito causados ou não pelas pessoas que estão conduzindo. Beber e dirigir, ser imprudente, negligente pode levar a consequências muito graves, como a deficiência física. Além de colocar em risco a sua vida, você também está colocando a vida dos outros.

Segundo estimativas do IBGE, há no Brasil 28 milhões de pessoas com deficiência, uma parcela muito considerável da população que enfrenta uma vida de privações. A falta de infraestrutura na grande maioria dos estabelecimentos, como restaurantes, hotéis e cinemas, impossibita que a pessoa com deficiência frequente esses lugares, obrigando-a a mudar seu comportamento.

Locomover-se pelas ruas também é outro desafio. Nas cidades grandes é mais fácil achar ônibus adaptados e equipados, mas no interior a situação é bem mais complicada. Sabendo dessas necessidades, procuro lutar para tornar a vida desses brasileiros mais digna e acessível. Em Guariba, cidade do interior de São Paulo, consegui liberar uma verba no valor de R$ 150 mil para a aquisição de um microônibus adaptado. Com esse veículo, a locomoção dessas pessoas ficará muito mais fácil, devolvendo a elas um bem muito importante para o ser humano: a liberdade de ir e vir.

Sei que isso ainda é pouco, mas é importante que cada um faça a sua parte na inserção dessas pessoas na vida social e no mercado de trabalho. Perder a locomoção de pernas ou braços é algo muito difícil de lidar, mas cada um pode ajudar no que estiver ao seu alcance, seja fazendo doações a instituições especializadas, seja auxiliando um cadeirante a utilizar o transporte público. Como político, intercedo junto aos órgãos competentes para que, mesmo com esses entraves, os deficientes físicos possam viver uma vida com mais dignidade.

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