Arquivo de agosto de 2010
No feriado de Sete de Setembro, aproveite o melhor de São Paulo
A cidade de São Paulo é conhecida por sua diversidade: são mais de 52 tipos de culinária, 265 salas de cinema, 54 parques e áreas verdes e mais de 70 shoppings. Você pode aproveitar o feriado de Sete de Setembro na cidade e desfrutar tudo o que essa metrópole oferece.
Família
Não faltam opções para um bom programa familiar neste feriado. A começar por um dos maiores pontos de encontro verdes da cidade, o Parque Villa Lobos, ideal para alugar bicicletas e passear em grupo.
Para quem curte emoção em alta resolução, o Bourbon Shopping apresenta os filmes “A Origem” e “Um Mar de Aventura” na primeira e única tela IMax da cidade, que tem a capacidade de mostrar imagens muito maiores em tamanho e resolução do que os sistemas convencionais de exibição de filmes.
E para comemorar o feriado de Sete de Setembro, haverá o tradicional Desfile Cívico e Militar no Sambódromo do Anhembi. Os desfiles oficiais terão início às 10h, com alunos da rede municipal e estadual, seguidos pelos militares.
Noite
Tema de guias turísticos do mundo inteiro, a noite paulistana terá programas peculiares neste feriado. A ex-integrante do grupo Fugees, Lauryn Hill, se apresentará no Credicard Hall no dia 7, às 21h, com o melhor do R&B e Soul.
Aos apreciadores do bom e velho rock’n roll, o Alberta #3 é uma ótima opção com festas e shows temáticos durante toda a semana.
A noite paulistana conta também com um dos maiores musicais da Broadway. “O Médico e o Monstro” retrata uma história que se passa na Inglaterra no final do século XIX, quando o doutor Henry Jekyll experimenta sua fórmula criada para isolar o lado mau das pessoas.
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Acompanhe nosso trabalho, opine, pergunte, participe! - Facebook - Twitter - Orkut - LinkedInPrefeito de SP analisa lei que prevê ‘mutirão’ para tirar crianças da rua
O prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, deverá sancionar ou vetar, nos próximos dias, o projeto de lei aprovado pela Câmara de São Paulo que estabelece diretrizes para a política de prevenção do trabalho infantil na cidade. Ex-secretário municipal de Assistência Social, o vereador Floriano Pesaro (PSDB) afirma que, se entrar em vigor, a lei pode ‘salvar’ todas as crianças que hoje estão em situação de risco iminente na cidade: desde as que pedem dinheiro ou exibem malabares nos semáforos até aquelas que trabalham em fábricas de fundo de quintal no Brás ou na periferia, sob risco e sem nenhuma proteção social.
Pesaro explica que a lei obriga a Prefeitura a dar prioridade às crianças em situação de risco para que tenham acesso mais rápido a vagas escolares. A mesma lei estabelece que as famílias dessas crianças devem ter prioridade nos programas de transferência de renda. A proposta busca integrar as secretarias municipais de Assistência Social, de Saúde e de Educação. Pesaro estima que São Paulo tenha aproximadamente 1,9 mil crianças em situação de rua, mas o número não contempla todo o universo daquelas que são submetidas ao trabalho antes dos 14 anos.
“Hoje a política é dispersa. Temos um abrigo aqui, uma escola lá, um núcleo socioeducativo que atende uma parte das crianças. O que a gente quer fazer é jogar luz, dar foco a este problema, que é uma chaga. Nós sabemos que a criança que trabalha, ou está fora da escola, tem rendimento prejudicado. E isso se repete. Os avós e os pais dessa criança também trabalharam precocemente.”
A lei prevê atendimento por equipe especializada de forma integrada e intersetorial, com o objetivo de retirar crianças e adolescentes do trabalho infantil.
Também busca determinar esclarecimentos dos motivos pelos quais não se deve dar esmolas e comprar produtos de crianças e adolescentes em ruas, bares, restaurantes e semáforos, informando a população sobre os riscos e danos causados pela exploração do trabalho infantil e sobre sua permanência nas ruas.
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Acompanhe nosso trabalho, opine, pergunte, participe! - Facebook - Twitter - Orkut - LinkedInOs jovens de hoje em dia são engajados como os de antigamente?
Neste mês, em meio a comemorações como o Dia do Estudante, em 11 de agosto, e o Dia Internacional da Juventude, em 12 de agosto, ocorreu-me pensar na relação entre os jovens e a política. Será que a juventude se encontra engajada no meio, como já foi no passado? A matéria publicada pela Folha apresenta alguns estudantes que deixam de lado interesses pessoais para se dedicarem à militância, conhecendo as propostas dos candidatos e divulgando-as como podem.
Os dados mostram, no entanto, que essa é uma minoria. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral, neste ano o número de eleitores jovens diminuiu consideravelmente, passando de 2,9 milhões em 2008 para 2,4 milhões em 2010. Como explicar esse desinteresse do eleitorado menor de 18 anos? Muitos podem ser os motivos, mas especialistas acreditam que o principal seja a descrença na política. O senso comum afirma que políticos são todos iguais e mensagens assim acabam sendo sedimentadas na mente desses jovens. A abordagem, em sua maioria, pouco estimulante e a sensação de não ser maduro o suficiente, são alguns dos outros motivos que afastam os jovens das decisões políticas.
Há 20 anos, quando tinha meus 16 anos de idade, mudei-me para Brasília e acabei por me aproximar das discussões políticas. Vivenciando aquela atmosfera, percebi que a política é um excelente instrumento para melhorar a vida das pessoas e proporcionar igualdade de oportunidades para todos. Foi por isso que decidi entrar na vida pública e é por isso que continuo nela até hoje.
Penso que é muito importante que os jovens olhem para o passado e, assim, inspirem-se para mudar o futuro. Os caras-pintadas da década de 90 mudaram a história, defendendo suas opiniões e destituindo um presidente do poder. Cada um fazendo sua parte, pode mudar aquilo que está errado ou que não concorda. É necessário que os jovens procurem se informar e que vivenciem um pouco do que é lidar com entidades políticas. Um bom começo é formar um grêmio estudantil, ou aproximar-se da ala jovem de partidos. Ainda que não saibam bem o que cada partido defende, a melhor forma de saber é indo atrás.
No ambiente democrático, temos a possibilidade de exprimir nossa opinião por meio do voto, que deve ser feito com consciência e convicção. Falta pouco para o dia 3 de outubro, uma data que pode mudar o futuro do país, basta que haja mobilização e engajamento por parte de cada um. Incentive seus amigos, colegas e exerça seu direito. Vote consciente.
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Acompanhe nosso trabalho, opine, pergunte, participe! - Facebook - Twitter - Orkut - LinkedInLei eleitoral: saiba o que é permitido ou não nessas eleições
Tenho recebido muitas perguntas sobre o que é ou não permitido, e por isso resolvi reunir num post o que pode ou não nessas eleições. De uma forma simples e didática, aqui você fica sabendo o que está certo ou errado, podendo tomar medidas cabíveis, caso alguma dessas regras seja desrespeitada.
Se a sua dúvida não for respondida por aqui, deixe um comentário com a pergunta, que minha equipe se encarregará de pesquisar e responder com precisão a você.
Perguntas & Respostas
Existem regras para a propaganda eleitoral pela internet?
Para 2010 os candidatos possuem total liberdade na internet para utilizar blogs, mensagens instantâneas e sites de redes sociais. A livre manifestação na web durante as campanhas eleitorais é permitida desde que o autor seja identificado e o direito de resposta, garantido. A doação eleitoral poderá ser feita via internet, por meio de transações com cartões de crédito e débito, boleto bancário ou cobrança na conta telefônica.
Showmícios são permitidos?
Não, não é permitida a realização de shows ou eventos de artistas com a finalidade de animação. Comícios, no entanto, podem acontecer entre os dias 6 de julho e 30 de setembro, até às 24 horas.
Vi carros de som de um candidato passando pelas ruas. Pode?
Pode, desde que observadas certas limitações. Não é permitido carros de som a menos de 200 metros das sedes dos poderes Executivo e Legislativo, da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, das sedes dos órgãos judiciais, dos quartéis e de outros estabelecimentos militares, dos hospitais e casas de saúde, das escolas, bibliotecas públicas, igrejas e teatros, quando em funcionamento.
Cavaletes podem ser colocados nas calçadas?
Podem sim, ao longo das vias públicas, desde que não dificultem o bom andamento do trânsito de pessoas e veículos. Mas devem ser colocados e retirados diariamente, entre 6 e 22 horas.
E cartazes?
São permitidos apenas em bens particulares cedidos e não comercializados, observando o limite máximo de 4 m².
Os cartazes não são permitidos nos bens cujo uso dependa de cessão ou permissão do poder público, ou que a ele pertençam, e nos de uso comum, inclusive postes de iluminação pública e sinalização de tráfego, viadutos, passarelas, pontes, paradas de ônibus e outros equipamentos
urbanos, nas árvores e nos jardins localizados em áreas públicas, bem como em muros, cercas e tapumes divisórios, mesmo que não lhes cause dano. Esta vedação também vale para qualquer outro tipo de propaganda.
E aqueles famosos brindes, como bonés, camisetas e canetas com o nome e o número dos candidatos, pode?
Não, não pode. Esta vedação também vale para quaisquer outros bens ou materiais que possam proporcionar vantagem ao eleitor, como cestas básicas.
Nessas eleições posso distribuir santinhos para ajudar meu candidato?
Sim, e não depende da obtenção de licença municipal e de autorização da Justiça Eleitoral. Os materiais, no entanto, precisam conter o número de inscrição no CNPJ ou o número de CPF do responsável pela confecção, bem como de quem a contratou e a respectiva tiragem.
No dia das eleições, no entanto, é vedada a arregimentação de eleitor ou a propaganda boca de urna e a divulgação de qualquer espécie de propaganda de partidos políticos ou de seus candidatos.
O candidato pode enfeitar a fachada de uma residência ou prédio para mostrar que lá é o seu comitê?
Sim, desde que respeite o limite legal de 4m².
Lá na avenida principal tem uma casa cheia de propaganda política. Pode?
Por lei é permitido colocar uma propaganda eleitoral por imóvel independente do formato. No entanto, deve-se respeitar o limite de 4m², ou seja, a lei aplica-se a qualquer tipo de imóvel. O espaço a ser utilizado depende de autorização do residente e deve ser gratuito.
Meu avô é candidato e quer colocar propaganda no meu carro, o que devo fazer?
É simples, basta criar um Contrato de Comodato entre as partes, indicando o período inicial e final a ser utilizado. Não se esqueça de fornecer as características do veículo e emitir um recibo eleitoral, seja mensal ou pelo valor total final. Dessa forma, seu avô não terá problemas na hora de declarar as contas ao TSE.
Anunciar meu candidato em jornais e revistas, pode?
Pode, desde que a propaganda não exceda 10 anúncios por veículo, num espaço máximo de 1/8 de página de jornal padrão e ¼ de página de revista ou tablóide. Também não pode deixar de constar no anúncio, de forma visível, o valor pago pela inserção.
Deputado, até quando vai a propaganda eleitoral na TV?
No rádio e na TV o horário eleitoral gratuito começou no dia 17 de agosto e vai até o dia 30 de setembro. Caso haja segundo turno, a propaganda deve começar no dia 16 de outubro e se estender até o dia 29.
Fonte: Ministério Público Federal
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Acompanhe nosso trabalho, opine, pergunte, participe! - Facebook - Twitter - Orkut - LinkedInPelo fim da burocracia dos documentos de identificação
Os brasileiros ganharão uma nova identidade. O documento servirá como identificador não só na vida comum como na digital. E reunirá, em um só cartão, uma porção de dados. Só não se sabe ainda exatamente o quê.
O Registro de Identificação Civil (RIC) deve chegar a alguns brasileiros ainda em 2010. Ele parece um cartão de banco com chip e guardará documentos como CPF, carteira de motorista e título de eleitor, além de informações como filiação e tipo sanguíneo. A proposta é que ele desburocratize o uso e garanta mais segurança. O RIC cadastrará os brasileiros biometricamente e atrelará um número de dez dígitos às impressões digitais. Um sistema parecido já foi adotado há três anos em Portugal (o Cartão de Cidadão) e está sendo implementado no Chile.
O RIC brasileiro deve dar acesso a serviços públicos e privados. Além de armazenar informações biométricas, o chip de 64 kilobytes suporta aplicativos. Poderia ser usado, por exemplo, para transporte público ou cartão de crédito. “O chip pode ter chaves para várias coisas. De cadastro na previdência a parcerias público-privadas”, diz Rafael Thomaz Favetti, coordenador do Comitê Gestor do RIC criado pelo Ministério da Justiça (MJ).
s funções exatas do RIC começam a ser definidas a partir desta semana, quando se reunirá o comitê responsável pelo tema, formado por representantes de ministérios e de regiões do País. O que está em jogo são três questões fundamentais: cidadania, segurança e privacidade.
“Ele nasce como um documento de identificação civil tanto no mundo físico quanto no eletrônico”, diz Célio Ribeiro, presidente da Associação das Empresas de Identificação em Tecnologia Digital (Abrid), organização que está assessorando o projeto.
A reunião das identidades civis levanta algumas discussões. O advogado Marcel Leonardi, professor da Fundação Getúlio Vargas, teme a insegurança. “O sistema ignora o princípio básico de você ter credenciais diferentes para finalidades distintas para que, em caso de falha, o sistema inteiro não se comprometa. Basta pensar: você não usa a mesma chave para o carro e a casa”, diz Leonardi. “Afinal, você não vai querer acordar casado com uma estranha porque hackearam o seu RIC”, brinca.
O diretor do Instituto Nacional de Identificação (INI) da Polícia Federal, Marcos Elias Araújo, explica que o chip não armazenará todas as informações. “A única coisa que ele vai ter são os dados que já estão no RG e links para as bases de dados.” O fato é que esses links levariam a diferentes bases de dados. Mesmo assim, o governo diz que o documento é seguro. “Você pode pegar toda a estrutura de segurança do atual RG e multiplicar por mil”, diz Favetti. Para Renato Martini, presidente do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI), órgão ligado à Casa Civil, o que garantirá a segurança do novo sistema é a biometria. “O nome estará vinculado às digitais de forma unificada em todo o território nacional. O brasileiro não poderá mais ter 15 identidades. Isso mata as fraudes.”
O ITI quer que o chip tenha um certificado digital. Ele funcionaria como uma assinatura eletrônica que permitiria acessar serviços como voto em trânsito pela internet. “Estamos migrando para a vida civil eletrônica. Todos os sistemas do governo estão se tornando digitais”, diz Martini. “Não existe exercício de direito que não se anteceda por uma forma de identificação. Qualquer direito que você for exercer, você antecede esse ato com uma identificação”.
O problema é que o certificado digital encarece muito o documento – enquanto a carteira comum sairia por cerca de R$ 15, o certificado elevaria o preço para até R$ 150.A solução proposta pelo governo é a que a certificação seja opcional. Quem quiser, paga. “Não será um serviço doado como a carteira”, diz Favetti.
“A questão é: até que ponto esse certificado será obrigatório? O País já tem várias dificuldades, e o preço do certificado é proibitivo”, alerta Alexandre Atheniense, advogado especializado em tecnologia da informação. “Isso está criando um mercado para as certificadoras.” A expectativa do governo é que o valor caia com a adesão em massa.
Fonte: Blog do Estadão
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Acompanhe nosso trabalho, opine, pergunte, participe! - Facebook - Twitter - Orkut - LinkedInLugares intocados mostram como era a São Paulo de décadas atrás
Quando os oito lugares mostrados neste post começaram a funcionar, São Paulo ainda não tinha shopping center, metrô ou Minhocão.
O Masp não ficava na avenida Paulista. Se nos ativermos apenas aos quatro estabelecimentos mais antigos, veremos uma cidade que nem parece São Paulo, já que símbolos como o parque Ibirapuera, o estádio do Pacaembu, a atual catedral da Sé e os edifícios Copan e Martinelli ainda não haviam sido criados.
O mais antigo deles, aliás, o edifício Tereza Toledo Lara, foi construído em um centro da cidade em que o Teatro Municipal ainda estava em obras, e apenas 12 anos depois abrigaria a Semana de Arte Moderna.
Ano após ano, eles resistiram e mantêm aparência muito semelhante à de antigamente. Com prateleiras e móveis de madeira maciça, espelhos de cristal belga e calculadoras e cofres de mais de 30 anos atrás, esses locais parecem ter parado no tempo e mexem com o saudosismo dos clientes ou visitantes, muitos deles fiéis há mais de meio século.
Palacete Lara
Se tudo correr de acordo com os planos dos administradores do Palacete Tereza Toledo Lara, o prédio será cenário, em breve, de uma curiosa convivência entre o velho e o novo.
Tombado e com as características originais preservadas, o imóvel passará por restauração que deve mantê-lo idêntico a como era no passado.
A inovação fica por conta dos novos ocupantes: segundo Thiago Gomes, consultor empresarial da proprietária, a ideia é alugar as salas a recém-formados, principalmente de direito, que voltam a ocupar o centro após a revitalização de alguns prédios.
Projetado pelo arquiteto alemão Augusto Fried e construído em 1910, o prédio foi do conde Antonio de Toledo Lara, um dos fundadores da Antarctica e financiador da restauração da catedral da Sé. O nome foi homenagem à filha, então com sete anos.
No hall, os ladrilhos hidráulicos, os azulejos e o elevador, francês e com grade manual, deixam clara a idade do prédio. A rádio Record funcionou lá, assim como várias lojas de instrumentos musicais. Por isso, o edifício era conhecido, na década de 40, como “a esquina musical de São Paulo”. Hoje, restou uma loja do ramo em um dos três andares do prédio, que ainda é da família Lara. A restauração deve começar neste ano.
Endereço: r. Quintino Bocaiúva, 22, centro
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Acompanhe nosso trabalho, opine, pergunte, participe! - Facebook - Twitter - Orkut - LinkedInParque Ibirapuera comemora 56 anos com festa
No final de semana dos dias 21 e 22 de agosto, o Parque Ibirapuera comemora mais um ano de vida como uma das mais belas áreas verdes da cidade no coração da Vila Mariana. O tema do aniversário deste ano é Vida, Movimento e Convivência, que resume a função acolhedora do parque no dia-a-dia de São Paulo.
A celebração acontecerá em grande estilo. No sábado (21/8) os visitantes do parque poderão se divertir com diversas atividades durante todo o dia e um grande baile na arena de eventos para fechar a noite.
Antes do baile, a partir das 16h, o parque colocará à disposição dos freqüentadores uma oficina de adereços com materiais reciclados – a atividade servirá como preparação para o baile, que acontece das 17h30 às 21h30. A abertura da festa ficará por conta do grupo de sapateado Christiane Matallo, seguida do baile com a banda Funk como Le Gusta e DJs.
Outras atividades culturais serão oferecidas durante todo o sábado – visitas educativas ao Museu de Arte Moderna (MAM) com as exposições Ecológica e Dez anos do Clube de Colecionadores de Fotografia e também no Museu Afro, que terá apresentações, às 15h, do Grupo de Maracatu Bloco de Pedra (Projeto Calo na Mão) e do coro Congolês, para abrir as exposições A história do parque – IV Centenário e A Guernica esteve aqui.
No mesmo dia, das 14h às 18h, o artista Rodrigo Bueno e o Educativo MAM realizam uma programação especial em comemoração ao aniversário do Parque – uma ação coletiva com música, dança, arte e poesia em meio à natureza. A festa reunirá músicos que tocarão ao ar livre e convidarão o público do parque para integrarem o “Bate-folha”.
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