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Arquivo de setembro de 2010

Faça como eles, apoie quem tem compromisso com o interesse público

Na inauguração do meu escritório político, recebi mensagens muito importantes de colegas como Geraldo Alckmin, Aloysio Nunes, Guilherme Afif Domingos e Gilberto Kassab.

Estou em meu terceiro mandato como deputado estadual, já fui Presidente da Assembleia, Governador interino do Estado, Secretário de Gestão e Desburocratização, idealizei medidas que tiraram milhares de pessoas da informalidade e fui autor de projetos de combate à burocracia e à corrupção.

Há 12 anos na política, acumulei experiência e vivência, além de ter feito grandes amigos e companheiros de luta. Assistam às mensagens de algumas dessas grandes personalidades.

Mensagem de Geraldo Alckmin.
Mensagem de Gilberto Kassab.
Mensagem de Afif Domingos.
Mensagem de Aloysio Nunes.

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Enquete da semana


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Entenda como funciona a eleição para deputado

Contagem divide os votos primeiro pelo partido e depois pelos candidatos. Sistema faz com que nem sempre os mais votados sejam eleitos.

No próximo domingo, 3 de outubro, eleitores vão às urnas em todo o Brasil para eleger presidente da República, governador, senador e deputados federais, estaduais e distritais. Para os três primeiros cargos, a eleição é majoritária, ganhando quem tem mais voto. No caso dos deputados, no entanto, o sistema é proporcional, e os escolhidos são definidos após muitos cálculos. Estão em disputa nestas eleições 513 vagas na Câmara dos Deputados e 1.059 vagas nos legislativos dos estados e do Distrito Federal.

Na urna, os eleitores vão digitar quatro números para escolher seu candidato a deputado federal e cinco números para optar para deputado estadual ou distrital. Os dois primeiros números são sempre o do partido do candidato. O número do partido é importante porque nas eleições proporcionais é pelos partidos ou coligações que são divididas as cadeiras no Legislativo.

Na hora da totalização dos votos, a Justiça Eleitoral exclui os votos brancos e nulos, que não beneficiam nenhum candidato, para fazer a divisão das vagas. Na sequência, é calculado o quociente eleitoral. Este é o número que cada partido ou coligação precisa alcançar para conseguir uma cadeira no Legislativo.

Para calcular o quociente eleitoral, divide-se o número de votos válidos (conta que exclui os brancos e nulos) pelo número de cadeiras em disputa. Se forem 100 mil votos e dez cadeiras em disputa, por exemplo, o quociente eleitoral é 10 mil.

Com o quociente eleitoral definido, parte-se para a fase de distribuição das cadeiras. Nesta fase divide-se o número de votos do partido pelo quociente eleitoral. O número inteiro da divisão, desprezando os algarismos após a vírgula, é o total de cadeiras que o partido ganha nesta primeira fase. No exemplo acima, se um partido recebeu 27 mil votos e o quociente for 10 mil, o partido teria direito a 2 vagas nesta fase.

Como a divisão geralmente produz números quebrados, sobram algumas vagas que são divididas por meio de outra conta, que inclui apenas os partidos que obtiveram cadeira na primeira fase. No cálculo das sobras divide-se o número de votos do partido ou coligação pelo número de vagas conquistadas na primeira fase mais o número 1. Ganha a vaga o partido que obtiver a maior média na divisão. A divisão das sobras segue sendo feita desta forma até que todas as cadeiras sejam preenchidas.

Após os dois cálculos, chega-se ao número de cadeiras por partido. São considerados eleitos os primeiros candidatos de cada partido ou coligação.

Como as vagas são divididas pelos partidos ou coligações, nem sempre os candidatos que recebem mais votos acabam eleitos. Se o candidato estiver em uma chapa com muitos candidatos bem votados é possível que ele não consiga se eleger mesmo tendo mais votos do que adversários de outros partidos ou coligações que conquistam vagas devido à configuração interna de suas chapas.

Puxadores de voto

Com a divisão feita por partidos, algumas legendas focam suas campanhas nos chamados “puxadores de voto”. Eles recebem este nome porque conseguem muitos votos e ajudam a eleger companheiros de partido ou coligação na hora da divisão das vagas.

Exemplos de eleições anteriores mostram essas situações. Em 2002, por exemplo, Enéas Carneiro conquistou 1,5 milhão de votos na eleição para deputado federal em São Paulo e levou para a Câmara outros quatro deputados do Prona. O último eleito do Prona naquela ocasião recebeu 382 votos. Em outras chapas no estado, candidatos que alcançaram mais de 100 mil votos não conseguiram se eleger devido à concorrência interna .

Por Eduardo Bresciani do G1, em Brasília

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Veja a programação cultural para este fim de semana

A programação deste fim de semana (24, 25 e 26/9) conta com espetáculos de dança, peças de teatro e exposições. O destaque fica para ”Beethoven em Movimento”, uma mostra que enfoca a presença da música erudita nas trilhas sonoras de filmes.

Música Popular

Ao Vivo no CCJ
Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso/Grátis (retirar ingresso na recepção do CCJ)

Nelson Sargento
Ícone da Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira e mestre da cultura brasileira, Sargento, com 86 anos, é compositor, intérprete e sambista, além de ator premiado e pintor internacionalmente reconhecido. Em sua apresentação, relembra sucessos de sua trajetória. Dia 26, 18h.

Música Erudita

Clássicos de domingo: Beethoven em Movimento
Centro Cultural São Paulo/Grátis (retirar ingresso uma hora antes)

Akihiro Sakiya
O pianista japonês apresenta obras de Ludwig van Beethoven. Dia 26, 11h30.

Teatro

A criatura
Direção: Héctor López Girondo – O espetáculo de animação enfoca as conseqüências das inúmeras experiências feitas pelo homem na tentativa de entender os mistérios da criação da vida. Teatro Paulo Eiró. Até 31/10. Quinta a sábado, 21h. Domingo, 19h. R$ 10.

Crossroad – Contos Urbanos
Direção: Marcos Becker: Uma faixa de pedestres cruza o piso do palco de ponta a ponta. Sobre ela, personagens comuns aos becos e às ruas das cidades andam depressa, entreolham-se, agridem-se, enamoram- se ou se aproveitam da distração alheia. Teatro Arthur Azevedo. Até 10/10. Sexta e sábado, 21h. Domingo, 19h. R$ 10.

Enquanto houver encanto (circo)
Direção e interpretação: Ricardo Malerbi – Unindo mágica e mímica, o espetáculo conta a história de um viajante que interage com o mundo e encontra a magia nas coisas mais simples. O personagem transforma objetos em seres incríveis, convidando o espectador a experimentar o lúdico. Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso. Dia 25, 20h. Grátis (retirar ingresso uma hora antes na recepção do CCJ).

V Mostra de Teatro Cemitério de Automóveis

Centro Cultural São Paulo/R$ 10 (todos os dias haverá preço popular de R$ 2,55 para 20% da lotação da sala)

Brutal
Direção e texto: Mário Bortolotto – História da seita Legião do Amor na qual um homem perigoso alicia garotas, sem nenhum objetivo real na vida. Dia 25, 21h. Dia 26, 20h.

(mais…)

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Voto branco e voto nulo não vão para ninguém; saiba como funciona

Uma dúvida bastante comum entre os eleitores brasileiros é se existe ou não diferença entre votar em branco ou votar nulo nas eleições. Alguns eleitores acreditam que o voto em branco vai para o candidato que está ganhando e o nulo não vai para ninguém.

No entanto, de acordo com a legislação eleitoral, tanto os votos em branco quanto os votos nulos não são considerados válidos, são excluídos de qualquer contagem e não são contabilizados para qualquer candidato.

Os votos em branco são assinalados através de uma tecla específica existente nas urnas eletrônicas. Já o voto nulo acontece quando o eleitor digita um número que não é correspondente a nenhum candidato ou partido oficialmente registrado e confirma a combinação digitada.

Até 1997, o voto em branco era contabilizado como válido, mas uma mudança da lei eleitoral no mesmo ano excluiu os brancos e nulos na contagem final das eleições. Mesmo considerados sem efeito no resultado das eleições, as duas formas de votação foram mantidas entre a transição da votação com cédulas em papel e o uso da urna eletrônica.

De acordo com o coordenador de Eleições do Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina (TRE-SC), Paulo Dionísio, as duas formas de votação foram mantidas para possibilitar a manifestação do eleitor caso não se identifique com as propostas apresentadas pelos candidatos. “A atitude de não votar em nenhum candidato é uma maneira de os eleitores mostrarem que não estão contentes com a situação da política atual”, diz o coordenador em comunicado divulgado pela assessoria de comunicação do TRE-SC.

Em 2006, a soma do número de votos em branco e nulos para presidente, no primeiro turno, foi de quase 9 milhões de votos.

Matéria publicada em 21/09/2010 por UOL Eleições

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Veja o que os deputados federais podem fazer por você

Os deputados federais decidirão como vão ficar os hospitais da sua cidade, as estradas do seu estado, os impostos que vão sair do seu bolso, as escolas e universidades dos seus filhos, são eles que vão fiscalizar as contas do Estado e ainda trabalhar junto aos governadores para identificar e atender as suas necessidades.

Diante de uma eleição com tantos cargos a escolher, optar pelos deputados estaduais e federais acaba sendo uma decisão secundária. Mas a atuação desses deputados pode mudar, e muito, a sua vida, tanto para melhor como para pior.

Essa escolha precisa ser feita com cuidado e atenção, pensando, ponderando e buscando informações.

Veja o que Geraldo Alckmin diz sobre o deputado Rodrigo Garcia, clicando aqui.

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O povo pergunta, eu respondo

Durante alguns dias, minha equipe saio às ruas com a câmera na mão, coletando perguntas que a população gostaria de fazer a mim. Recebi muitas perguntas, das quais escolhi algumas, que foram devidamente respondidas em vídeo.

Veja o resultado nos links abaixo. Cada um deles contém as perguntas filmadas e o vídeo-resposta, sobre temas como o dia a dia de um deputado, como combater a corrupção, o que faria na vida se não fosse político, entre outras.

Como é o dia a dia de um deputado? – pergunta 1

Como você avalia se seu trabalho é bem feito ou não? – pergunta 2

O que faria na vida se não fosse político? – pergunta 3

Por que nunca se candidatou a um cargo do executivo? – pergunta 5

Como combater a corrupção? Para se candidatar, basta ler e escrever? – perguntas 6 e 7

Qual projeto seu considera mais importante? Como aprovar importantes reformas? – perguntas 8 e 9

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