Com ajuda da ONU, SP quer tirar 1 milhão da pobreza até 2014- via G1
Governador lançou nesta segunda programa para erradicar miséria. Alvo são famílias cuja renda mensal por pessoa não passa de R$ 70.
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A primeira fase do Programa de Erradicação da Extrema Pobreza contempla as cem cidades do estado com pior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). A ideia é capacitar funcionários públicos, os chamados visitadores, para ir de casa em casa nas localidades menos favorecidas. A metodologia usada para traçar esse diagnóstico é a mesma utilizada pelo PNUD, que, segundo o governador, ofereceu “apoio técnico” ao projeto.
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Em cerimônia no Palácio dos Bandeirantes, na presença de alguns prefeitos, Alckmin disse que as famílias mais pobres estão na periferia das grandes cidades e na zona rural dos municípios menores, “onde a atividade econômica é mais fraca”.
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De acordo com o governador, os visitadores precisarão saber se na residência visitada há crianças com e menos de 5 anos fora da escola, se existe desnutrição, se a família tem água, luz e esgoto tratado, por exemplo. A expectativa é terminar essa primeira fase, chamada “Busca Ativa”, em dezembro.
Ajuda federal
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No dia 18 de agosto, Alckmin e a presidente Dilma Rousseff assinaram o Pacto Brasil Sem Miséria- Região Sudeste, unindo os programas de transferência de renda “Renda Cidadã”, do estado, e “Bolsa Família”, do governo federal. Com isso, segundo o governador, um cartão garantirá o benefício mensal individual de R$ 70 a quem não ganha isso.
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O Coordenador residente da ONU no Brasil, Jorge Chediek, participou da cerimônia e disse esperar que os mais pobres tenham acesso aos programas sociais do estado paulista a partir dessa iniciativa. “Esse programa quer conhecer a realidade dessas pessoas e focar na política social em benefício delas.
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Segundo ele, a metodologia do PNUD trabalha com o “conceito de privações”, que significa individualizar o problema de cada família e traçar um retrato social daquela realidade. O projeto em São Paulo toma como base dados de pobreza registrados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estística (IBGE).
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A assistente social Jussara Cristina Rodrigues da Silva, de 34 anos, é uma das integrantes do grupo de visitadores que vai procurar as famílias em condições de extrema pobreza. Ela disse estar pronta para começar a maratona. “A gente sabe que o trabalho vai ser difícil, mas é muito gratificante poder garantir a essas famílias os direitos delas.”
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Nota: por Carolina Iskandarian, publicada originalmente no G1.
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Esse post foi publicado de terça-feira, 18 de outubro de 2011 às 12:21, e arquivado em Featured, Saiu na Mídia. Você pode acompanhar os comentários desse post através do feed RSS 2.0. Você pode comentar ou mandar um trackback do seu site pra cá.












