ATUAÇÃO

“Decisão do STF é passo importante no combate à impunidade”

5 de abril de 2018

“É uma clara demonstração de que a lei vale para todos e um passo muito importante no combate à impunidade”

O líder do Democratas na Câmara, deputado Rodrigo Garcia (SP), afirmou que a decisão do STF – Supremo Tribunal Federal, de negar o habeas corpus do ex-presidente Lula, foi acertada. “É uma clara demonstração de que a lei vale para todos e um passo muito importante no combate à impunidade”, assegurou. O Supremo negou o HC por 6 votos a 5.

O parlamentar lembrou que já havia um entendimento anterior, do próprio STF, que autorizava a prisão depois de esgotados os recursos em segundo grau. “Defensor da democracia e da igualdade, o PT critica as instituições e queria que o STF fizesse um julgamento personalizado para Lula”, afirmou. “Mas a lei é a mesma para todos”, acrescentou.

Em relação ao processo eleitoral, Rodrigo ressaltou que o ex-presidente já não podia ser candidato. “Independentemente de ser preso ou não, Lula não poderia candidatar-se”, disse. “Ele já é ficha suja, desde o momento que foi condenado em segunda instância”, enfatizou.

Além disso, Rodrigo frisou que esse tema agora é matéria superada e que o País precisa seguir adiante, respeitando a pluralidade de opiniões. “É preciso serenidade nesse momento”, ponderou. “O Brasil é maior do que nomes e a sociedade deseja e merece que os ânimos se acalmem e que o debate se concentre agora no campo das ideias e programas”, argumentou.

 

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“Decisão do STF é passo importante no combate à impunidade”

“É uma clara demonstração de que a lei vale para todos e um passo muito importante no combate à impunidade”

O líder do Democratas na Câmara, deputado Rodrigo Garcia (SP), afirmou que a decisão do STF – Supremo Tribunal Federal, de negar o habeas corpus do ex-presidente Lula, foi acertada. “É uma clara demonstração de que a lei vale para todos e um passo muito importante no combate à impunidade”, assegurou. O Supremo negou o HC por 6 votos a 5.

O parlamentar lembrou que já havia um entendimento anterior, do próprio STF, que autorizava a prisão depois de esgotados os recursos em segundo grau. “Defensor da democracia e da igualdade, o PT critica as instituições e queria que o STF fizesse um julgamento personalizado para Lula”, afirmou. “Mas a lei é a mesma para todos”, acrescentou.

Em relação ao processo eleitoral, Rodrigo ressaltou que o ex-presidente já não podia ser candidato. “Independentemente de ser preso ou não, Lula não poderia candidatar-se”, disse. “Ele já é ficha suja, desde o momento que foi condenado em segunda instância”, enfatizou.

Além disso, Rodrigo frisou que esse tema agora é matéria superada e que o País precisa seguir adiante, respeitando a pluralidade de opiniões. “É preciso serenidade nesse momento”, ponderou. “O Brasil é maior do que nomes e a sociedade deseja e merece que os ânimos se acalmem e que o debate se concentre agora no campo das ideias e programas”, argumentou.

 

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