ATUAÇÃO

LDO é aprovada no Congresso e Rodrigo defende reformas no Estado

12 de julho de 2018

A lei votada aponta um déficit de R$ 139 bilhões para 2019, o que significa um longo desafio a ser superado, segundo o deputado Rodrigo

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira (11/7) a LDO – Lei de Diretrizes Orçamentárias. A LDO é o último projeto que o Congresso Nacional vota antes de entrar em recesso. O líder do Democratas na Câmara, deputado Rodrigo Garcia (SP), ressaltou que a lei votada aponta um déficit de R$ 139 bilhões para 2019, o que significa um longo desafio a ser superado.

“O próximo presidente da República vai enfrentar um déficit fiscal agudo, que avançará não somente em 2019, mas que deve chegar pelo menos ao ano de 2021. E, para que ele enfrente isso e melhore a situação fiscal do Brasil, será necessário fazer o enxugamento da máquina pública”, afirma o líder. “Do jeito que vamos, será forçoso aumentar impostos, e a sociedade não admite mais este tipo de medida”, alerta.

Apesar das atividades legislativas serem retomadas apenas em agosto, Rodrigo Garcia lembra a importância do Parlamento não abandonar matérias importantes, como a votação final do Cadastro Positivo, que melhora a situação econômica do Brasil e do consumidor. Destaca ainda o projeto que determina os bloqueadores de celulares nos presídios, que é fundamental no combate à violência.

Finalmente, o deputado paulista reforçou a urgência de se fazer uma profunda reforma no Estado Brasileiro a partir de 2019, para que não seja necessário aumentar o déficit ou os impostos. “É imprescindível um Estado mais eficiente e que dê mais oportunidades para os brasileiros, ainda que inicialmente isso implique alguns sacrifícios”, conclui.

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A lei votada aponta um déficit de R$ 139 bilhões para 2019, o que significa um longo desafio a ser superado, segundo o deputado Rodrigo

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira (11/7) a LDO – Lei de Diretrizes Orçamentárias. A LDO é o último projeto que o Congresso Nacional vota antes de entrar em recesso. O líder do Democratas na Câmara, deputado Rodrigo Garcia (SP), ressaltou que a lei votada aponta um déficit de R$ 139 bilhões para 2019, o que significa um longo desafio a ser superado.

“O próximo presidente da República vai enfrentar um déficit fiscal agudo, que avançará não somente em 2019, mas que deve chegar pelo menos ao ano de 2021. E, para que ele enfrente isso e melhore a situação fiscal do Brasil, será necessário fazer o enxugamento da máquina pública”, afirma o líder. “Do jeito que vamos, será forçoso aumentar impostos, e a sociedade não admite mais este tipo de medida”, alerta.

Apesar das atividades legislativas serem retomadas apenas em agosto, Rodrigo Garcia lembra a importância do Parlamento não abandonar matérias importantes, como a votação final do Cadastro Positivo, que melhora a situação econômica do Brasil e do consumidor. Destaca ainda o projeto que determina os bloqueadores de celulares nos presídios, que é fundamental no combate à violência.

Finalmente, o deputado paulista reforçou a urgência de se fazer uma profunda reforma no Estado Brasileiro a partir de 2019, para que não seja necessário aumentar o déficit ou os impostos. “É imprescindível um Estado mais eficiente e que dê mais oportunidades para os brasileiros, ainda que inicialmente isso implique alguns sacrifícios”, conclui.

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