ATUAÇÃO

Rio+20 e a justiça social

11 de junho de 2012


A Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, conhecida como Rio +20, marca o 20º aniversário da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento (UNCED), a Rio 92. A Conferência pretende analisar os progressos obtidos até o momento e renovar o comprometimento político das nações com o desenvolvimento sustentável.
A ONU é um importante condutor para a implantação e acompanhamento de políticas públicas, com indicadores que posicionam os países no ranking do crescimento econômico, da justiça social e da conservação do meio ambiente.
Como secretário de Desenvolvimento Social do Estado de São Paulo nos últimos 12 meses, estive mais próximo de trabalhos realizados sob orientação da ONU, a exemplo do Índice de Pobreza Multidimensional (IPM) do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – PNUD, adotado pelo programa São Paulo Solidário de erradicação da extrema pobreza. O Índice aponta que além da renda, outras condicionantes definem a miséria, como educação, saúde e padrão de vida.
Um dos temas principais da Rio +20 é “A economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e a erradicação da pobreza”, no qual se enquadra o São Paulo Solidário. O Programa é exemplo de que a luta contra a miséria não é tarefa de um único nível de governo, é necessário que todos estejam envolvidos, inclusive a população. A ação é pioneira e visa alcançar pessoas que até hoje estiveram fora das ações das Políticas de Assistência Social.
Inicialmente, o programa atendeu os 100 muncípios do Estado com menor Índice de Desenvolvimento Humano – IDH. Foram 200 mil domicílios visitados, localizando 25 mil famílias em situação de extrema pobreza. Destas, oito mil estão fora do Cadastro Único e estavam totalmente “invisíveis” para os programas sociais. Após as buscas, as famílias assinam com o Governo um pacto para superar as principais vulnerabilidades sociais.
O São Paulo Solidário pretende, até 2014, acabar com a extrema pobreza nos 645 municípios do Estado, lembrando que a maior concentração da miséria está nos grandes centros urbanos. É uma grande satisfação ter colaborado com o programa que atende ao conceito da Rio +20, que é reduzir as desigualdades e promover a justiça social.

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A Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, conhecida como Rio +20, marca o 20º aniversário da Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento (UNCED), a Rio 92. A Conferência pretende analisar os progressos obtidos até o momento e renovar o comprometimento político das nações com o desenvolvimento sustentável.
A ONU é um importante condutor para a implantação e acompanhamento de políticas públicas, com indicadores que posicionam os países no ranking do crescimento econômico, da justiça social e da conservação do meio ambiente.
Como secretário de Desenvolvimento Social do Estado de São Paulo nos últimos 12 meses, estive mais próximo de trabalhos realizados sob orientação da ONU, a exemplo do Índice de Pobreza Multidimensional (IPM) do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento – PNUD, adotado pelo programa São Paulo Solidário de erradicação da extrema pobreza. O Índice aponta que além da renda, outras condicionantes definem a miséria, como educação, saúde e padrão de vida.
Um dos temas principais da Rio +20 é “A economia verde no contexto do desenvolvimento sustentável e a erradicação da pobreza”, no qual se enquadra o São Paulo Solidário. O Programa é exemplo de que a luta contra a miséria não é tarefa de um único nível de governo, é necessário que todos estejam envolvidos, inclusive a população. A ação é pioneira e visa alcançar pessoas que até hoje estiveram fora das ações das Políticas de Assistência Social.
Inicialmente, o programa atendeu os 100 muncípios do Estado com menor Índice de Desenvolvimento Humano – IDH. Foram 200 mil domicílios visitados, localizando 25 mil famílias em situação de extrema pobreza. Destas, oito mil estão fora do Cadastro Único e estavam totalmente “invisíveis” para os programas sociais. Após as buscas, as famílias assinam com o Governo um pacto para superar as principais vulnerabilidades sociais.
O São Paulo Solidário pretende, até 2014, acabar com a extrema pobreza nos 645 municípios do Estado, lembrando que a maior concentração da miséria está nos grandes centros urbanos. É uma grande satisfação ter colaborado com o programa que atende ao conceito da Rio +20, que é reduzir as desigualdades e promover a justiça social.

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