ATUAÇÃO

Rodrigo defende análise técnica da política de preços dos combustíveis

4 de junho de 2018

“Isso não elimina, entretanto, a possibilidade de se suavizar as flutuações diárias no preço dos combustíveis. Mas essa tem que ser uma política do governo, sem prejuízo às finanças da empresa, que deve ter condições de competir em pé de igualdade com seus pares.

Em meio às discussões sobre o preço dos combustíveis, o líder Rodrigo Garcia (DEM-SP) defende a continuidade da gestão profissional da Petrobras – característica que ficou esquecida nos governos do PT – e a análise técnica da política de reajuste dos preços do diesel, da gasolina e do gás de cozinha. As discussões atuais têm descambado para o espectro ideológico, algo que até pouco tempo atrás praticamente levou a empresa à bancarrota.

“Não dá para aceitar um retrocesso para um período em que o mercado brasileiro era maquiado por erros estratégicos e por políticas populistas que afastaram investidores”, afirma Rodrigo Garcia. Ele questiona: “Queremos transformar o Brasil na próxima Venezuela? Lá, o bolivarianismo afastou investidores, reduzindo significativamente a produção local de petróleo, o que ajudou a provocar a tragédia econômica e social que temos visto”.

Para Rodrigo Garcia, o Brasil não pode seguir o caminho “populista”, visto que toda a sociedade paga quando é escolhido “o caminho mais fácil”. Segundo ele, é importante o debate técnico sobre a política atual, que tem como base as flutuações do preço internacional do petróleo e a variação cambial. Assim, de forma a não penalizar a empresa, que ainda procura se recuperar da incompetência e malfeitos da administração do governo anterior, qualquer redução de preços deve passar por diminuição da carga tributária que incide sobre os combustíveis e sobre o gás.

“Isso não elimina, entretanto, a possibilidade de se suavizar as flutuações diárias no preço dos combustíveis. Mas essa tem que ser uma política do governo, sem prejuízo às finanças da empresa, que deve ter condições de competir em pé de igualdade com seus pares. Se quisermos a Petrobras grande, com capacidade de investimento, de firmar grandes parcerias, de expandir sobremaneira sua produção, temos que garantir viabilidade financeira à empresa”, conclui.

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“Isso não elimina, entretanto, a possibilidade de se suavizar as flutuações diárias no preço dos combustíveis. Mas essa tem que ser uma política do governo, sem prejuízo às finanças da empresa, que deve ter condições de competir em pé de igualdade com seus pares.

Em meio às discussões sobre o preço dos combustíveis, o líder Rodrigo Garcia (DEM-SP) defende a continuidade da gestão profissional da Petrobras – característica que ficou esquecida nos governos do PT – e a análise técnica da política de reajuste dos preços do diesel, da gasolina e do gás de cozinha. As discussões atuais têm descambado para o espectro ideológico, algo que até pouco tempo atrás praticamente levou a empresa à bancarrota.

“Não dá para aceitar um retrocesso para um período em que o mercado brasileiro era maquiado por erros estratégicos e por políticas populistas que afastaram investidores”, afirma Rodrigo Garcia. Ele questiona: “Queremos transformar o Brasil na próxima Venezuela? Lá, o bolivarianismo afastou investidores, reduzindo significativamente a produção local de petróleo, o que ajudou a provocar a tragédia econômica e social que temos visto”.

Para Rodrigo Garcia, o Brasil não pode seguir o caminho “populista”, visto que toda a sociedade paga quando é escolhido “o caminho mais fácil”. Segundo ele, é importante o debate técnico sobre a política atual, que tem como base as flutuações do preço internacional do petróleo e a variação cambial. Assim, de forma a não penalizar a empresa, que ainda procura se recuperar da incompetência e malfeitos da administração do governo anterior, qualquer redução de preços deve passar por diminuição da carga tributária que incide sobre os combustíveis e sobre o gás.

“Isso não elimina, entretanto, a possibilidade de se suavizar as flutuações diárias no preço dos combustíveis. Mas essa tem que ser uma política do governo, sem prejuízo às finanças da empresa, que deve ter condições de competir em pé de igualdade com seus pares. Se quisermos a Petrobras grande, com capacidade de investimento, de firmar grandes parcerias, de expandir sobremaneira sua produção, temos que garantir viabilidade financeira à empresa”, conclui.

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